O conceito de cidade varia conforme o país. Muitos países utilizam critérios quantitativos, como o total de habitantes ou a população ocupada por setor da economia. Na Dinamarca, por exemplo, são consideradas cidades as aglomerações com população superior a 250 habitantes; na Islândia, mais de 300 habitantes; na França, concentrações populacionais maiores de 2 mil habitantes; e na Grécia, mais de 30 mil habitantes. Já em Israel, no mínimo dois terços dos chefes de família têm de trabalhar em atividades não agrárias para que a localidade seja considerada uma cidade; e, no Chile, a metade deles.